E se Alan Turing, Masahiro Mori e John Searle empregassem um robô humanóide em um Gedankenexperiment?
DOI:
https://doi.org/10.21814/config.7016Palavras-chave:
Teste de Turing, Quarto Chinês, Vale da Estranheza, robótica humanóide, tecnologiaResumo
A teoria construcionista crítica emprega três dimensões interligadas (real, simbólico e imaginário) para esclarecer a emergência das construções sociais. O uso de robôs humanoides em experimentos científicos é influenciado por essas dimensões. Ao considerar esta perspectiva, exploramos os argumentos de Turing, Searle e Mori para desenvolver um novo experimento mental. O robô humanoide atua assim como uma plataforma para a interação do imaginário, do simbólico e do real. O funcionamento do contexto tecnológico entrelaça-se fortemente com o seu “interior” e “exterior”. Consequentemente, não é cientificamente válido rotular tecnologias específicas (sem contexto) como superiores ou inferiores.
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